A Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realizou uma reunião com o Comitê de Condução dos Casos de Intoxicação por Metanol para definir o protocolo de atendimento a pacientes que procurarem os serviços de saúde, tanto na capital quanto nos municípios do interior.
Participaram da reunião representantes da Sesapi, Vigilância Sanitária, Laboratório Central de Saúde Pública do Piauí “Dr. Costa Alvarenga”, Centro de Formação em Toxicologia, Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, Fundação Municipal de Saúde e da Assessoria Jurídica da Secretaria da Segurança Pública do Piauí.

O diretor da Unidade de Descentralização e Organização Hospitalar (Dudoh) da Sesapi, Anderson Dantas, destacou que as definições estão sendo construídas de forma conjunta entre todos os órgãos envolvidos.

A Gerência de Vigilância Sanitária de Teresina (GEVISA), vinculada à Fundação Municipal de Saúde (FMS), promoveu uma reunião estratégica nessa quinta-feira(09) com representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (ABRASEL), PROCON Municipal , Vigilância Sanitária Estadual e Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). O encontro teve como objetivo principal alinhar ações conjuntas para prevenir e coibir a comercialização de bebidas falsificadas no município.

Durante a reunião, foram discutidas estratégias educativas e fiscalizatórias, como a orientação ao setor de bares e restaurantes sobre a importância de adquirir bebidas de fornecedores regularizados, mantendo rótulos intactos e notas fiscais arquivadas. Também foi deliberada a convocação de distribuidores de bebidas para uma nova rodada de diálogo, além da elaboração de uma cartilha informativa voltada aos comerciantes.

A cartilha, que será distribuída em breve, destaca práticas seguras para evitar o consumo de produtos irregulares. Entre as recomendações estão: verificar o CNPJ do fornecedor, desconfiar de preços muito abaixo do mercado, exigir nota fiscal, conferir a regularidade sanitária do fabricante e observar se o fornecedor consta em listas oficiais. Além disso, orienta sobre como identificar marcas autênticas por meio de rótulos completos e lacres intactos

“A presença de diferentes instituições hoje visa garantir uma atuação articulada e eficaz, unindo fiscalização sanitária, defesa do consumidor, controle de produção e repressão policial em casos de adulteração criminosa. Estabelecimentos e fornecedores têm responsabilidade legal e sanitária sobre os produtos que comercializam e a participação ativa de todos é fundamental para garantir um mercado mais seguro.”, afirmou Jeanyne Seba, gerente da GEVISA.

Na hora da compra, é preciso observar se os rótulos contêm todas as informações obrigatórias, como fabricante, lote e validade, se os lacres e selos estão íntegros. Em caso de suspeita, a orientação é comunicar imediatamente à Vigilância Sanitária, PROCON ou autoridades policiais.